A evangélica e anti-gays Marina Silva vai criar sua própria REDE

Sem uma proposta concreta para o Brasil, a ex-petista e ex-verde quer, junto com um punhado de ex-tucanos e tantos outros ex alguma coisa, pescar os militantes avulsos e de sofá que infestam as redes sociais e dar-lhes um propósito: tentar fazer dela a primeira presidente evangélica fundamentalista do Brasil.

Partidária da Igreja Assembleia de Deus, mesma denominação a qual pertence o famigerado Pastor Silas Malafaia, Marina teria se desfiliado do Partido Verde por orientação dos pastores assembleianos, que interferiram energicamente na sua campanha a presidência do Brasil por não concordarem com algumas das bandeiras libertárias do PV, sendo a união entre pessoas do mesmo sexo e a descriminalização da maconha os motes que mais lhes causava asco.

A REDE de Marina é dela, por ela e para ela, um simples instrumento para tentar alcançar o poder. Nela, Suplicy e Heloisa Helena emprestam seus nomes na esperança de que lhes caia algumas migalhas da mesa da ex-verde e serva do Senhor.

A REDE de Marina não será nada mais que uma arapuca, armada estrategicamente para apanhar rebeldes sem causa, indignados sem foco e políticos sem ideal. Marina promete uma verdadeira salada de fruta de causas aos que tem fome de mudança, além de oferecer 50% dos seus quadros para pessoas que já tem suas lutas (com exceção daquelas que vão contra suas crenças pessoais).

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