ACIM, omissa, não defende os interesses dos empresários na redução do Transporte Coletivo de Maringá

Esta semana o vereador Humberto Henrique afirmou que o preço da tarifa do transporte público de Maringá deveria ter uma redução estimada entre R$ 0,25 e R$ 0,30, isso se a TCCC e a gestão Pupin fossem coerentes em repassar apenas os recentes incentivos fiscais ao usuário e não acatá-los como lucro, fora uma análise aprofundada da Planilha de custos da empresa.

Considerando que isso acontecesse, a economia estimada seria a seguinte:

Para 01 trabalhador:

0,60 – dia;
3,60 – semana;
14,40 – mês:
172,80 – ano

Para uma família com três pessoas:

1,80 – dia;
10,80 – semana;
43,20 – mês;
518,40 – ano

Para um pequeno empresário com 10 funcionários:

6,00 – dia;
36,00 – semana;
144,00 – mês;
1.728,00 – ano

Para uma empresa com 50 funcionários:

30,00 – dia;
180,00 – semana;
720,00 – mês;
8.640,00 – ano

Para uma empresa como a Santa Casa de Maringá, que conta com aproximadamente 615 funcionários:

369,00 – dia;
2214,00 – semana;
8.856,00 – mês;
106.272,00 – ano

O Cesumar, com estimados 1150 funcionários:

690,00 – dia;
4.140,00 – semana;
16.560,00 – mês;
198.720,00 – ano

A rede de supermercados Cidade Canção, com aproximadamente 1400 funcionários:

840,00 – dia;
5.040,00 – semana;
20.160,00 – mês;
241.920,00 – ano

Para a Cocamar, com mais de 2100 funcionários, a economia estimada seria:

1.260,00 – dia;
7.560,00 – semana;
30.240,00 – mês;
362.880,00 – ano

Visto que os maiores beneficiários do repasse justo dos incentivos recebidos pela TCCC seriam os empresários da cidade, não seria correto que a ACIM tomasse parte no movimento que pede coerência para a gestão pepista e para a prestadora de serviços TCCC, assim como fez meses atrás em pela redução da tarifa das empresas aéreas e taxas no aeroporto municipal?pupin 2

 

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