Católicos tradicionalistas querem população armada

publicado no perfil do facebook de Allysson Vidal Vasconcelos, do instituto plínio Correa de Oliveira :
1Foto 1 – Com o filho de duas semanas de idade no colo e uma pistola à cintura, mulher paga a conta na pizzaria All Around, em Virginia Beach. O local oferece 15% de desconto para clientes portando armas ou que apresentem a permissão ao porte.

2Foto 2 – Idosa posa com um rifle semi-automático na pizzaria All Around, em Virginia Beach, na Virgínia. Em meio a debate sobre desarmamento nos EUA, o local está oferecendo 15% de desconto para clientes portando armas, ou que apresentem a permissão para o porte. Fonte: http://glo.bo/WKO17u
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Meu comentário:

Contrários aos Direitos dos cidadãoes LGBT, da liberdade das mulheres sobre seu próprio corpo, à Reforma Agrária e aos que defendem a preservação do meio ambiente, os membros do Instituto Plínio Correa de Oliveira, apêndice da TFP, são favoráveis ao armamento dos “homens de bem” (em especial os fazendeiros e capangas):

“Para facilitar ainda mais as invasões, os sem-terra têm a seu favor a campanha contra o porte e o comércio de armas. Se for aprovado o desarmamento dos homens honestos, como deseja o governo, as primeiras vítimas serão evidentemente os proprietários rurais. Imagine-se a comemoração que haverá nos arraiais do MST e congêneres quando souberem que podem invadir impunemente qualquer propriedade, sem receio de que o fazendeiro, seus familiares e empregados possam defender-se à altura! A “paz” no campo terá sido obtida — ao menos no que diz respeito às armas de fogo — à custa da vitória esmagadora dos fora-da-lei sobre os proprietários legítimos.”

“Essa omissão dos poderes constituídos leva-nos ao ano de 1986, quando dois juristas de renome — Prof. Silvio Rodrigues, da Universidade de São Paulo, e Prof. Orlando Gomes, da Universidade Federal da Bahia — apresentaram seus famosos pareceres mostrando que os proprietários tinham direito, com base no Código Civil então vigente, de defender suas propriedades mesmo à mão armada, se necessário, desde que o desforço fosse imediato e proporcionado. E o Código Civil agora em vigor manteve, embora com redação ligeiramente diferente, o mesmo direito. O desarmamento tornaria praticamente inoperante esse dispositivo legal. ”

in: PT e a Reforma Agrária: Fascínio pelo Fracasso, artigo de Gregório Vivanco Lopes para a Revista Catolicismo, da TFP do Brasil

http://cavaleiroconde.blogspot.com.br/2007/05/paz-no-campo-significa-tolerancia-zero.html

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